INDIEROR

| índi | | rôr |

A INDIEROR surge em 2014 e, desde o primeiro momento, decidimos assumi-la como uma produtora cultural. Esta opção serviu para, primeiramente, criar uma distinção entre aquilo que desenvolvemos enquanto Movimento Cri’Arte (projetos que criámos em “part-time” por ainda nos encontrarmos a estudar) e, posteriormente, definir aquilo que nos predispúnhamos a criar enquanto INDIEROR – elevar a qualidade dos espetáculos, criar mais desafios para nós próprios, continuando sempre a apostar nos artistas locais, envolvendo-os sempre que possível, e assumir um papel de ligação entre as distintas entidades locais, primando a colaboração direta entre vários agentes.

 

A INDIEROR iniciou o seu trabalho com produção própria, através da peça de teatro “Esta Noite Choveu Prata”, apresentada ao público em novembro de 2014. Seguiram-se outros projetos como a revista ROR DE COISAS, cujo conteúdo era desenvolvido por colaboradores locais e que pretendia aprofundar temáticas da cultura regional que escapam à agenda mediática dos meios de comunicação locais.

 

Mantivemos parcerias com o Teatro Experimental Flaviense, com a Universidade Sénior e com a Academia de Artes de Chaves. A produtora obteve personalidade jurídica em agosto de 2015 e, em início de 2016, fomos convidados pela Câmara Municipal de Chaves para assumirmos um papel ainda mais ativo no panorama cultural da cidade. Desta parceria resultou uma envolvência ainda maior por parte da INDIEROR nos eventos organizados pelo município (a nível de conceção gráfica do material necessário, cobertura audiovisual, passando também pelo apoio logístico antes, durante e após o término dos eventos). O apoio do Município de Chaves e permitiu reforçar o investimento nas produções que a INDIEROR desenvolveu, como a realização de uma curta-metragem, a vinda do músico irlandês (galardoado com um Oscar) Glen Hansard, o apoio a artistas locais com a produção de espetáculos de beneficência, ou a realização de dois workshops de verão que culminaram com apresentações ao público.

 

O trabalho mais ativo que a INDIEROR desenvolveu no último ano permitiu ainda um alargar da rede de contactos da área artística, que suscitaram a colaboração direta, a título de exemplo, na produção da série luso-galega “Vidago Palace” ou na produção de um anúncio publicitário da SuperBock em Chaves. É também de destacar as parcerias criadas fora do concelho de Chaves, com outros municípios que não interferem enquanto concorrentes com o trabalho realizado em solo flaviense, e que têm permitido negociar de forma mais sustentável a vinda de artistas nacionais e internacionais a Chaves.

UM ROR DE HISTÓRIAS

O aparecimento do projeto INDIEROR, na forma como atualmente se apresenta, resultou de um processo natural, fruto do gosto artístico fomentado pela Academia de Artes de Chaves (AAC). Em 2009, através do primeiro projeto de teatro musical da instituição (Annie), conhecemo-nos e começámos a trabalhar em conjunto, enquanto parte integrante do elenco. Foi nesta fase que trabalhámos com o professor Marcelo Almeida e a professora Cristina Nunes, e desenvolvemos o gosto (que já nos era intrínseco) pelas artes do espetáculo. Procurávamos projetos mais ousados e que, naturalmente, não podiam ser desenvolvidos por uma instituição como a Academia, pelo que optámos por nos unir e criar um projeto que, acima de tudo, unisse os artistas locais e lhes desse a oportunidade que a AAC também nos tinha dado. Neste contexto surgiu o “Movimento Cri’Arte”.

 

Movimento Cri'Arte

 

Tendo como “casa” o Teatro Experimental Flaviense, este movimento surgiu em 2011 e produziu espetáculos de teatro, de música, de fotografia, de dança e inclusive intervenções artísticas.

O Movimento Cri’Arte chegou ao fim em 2013, ano que marcou o fim dos estudos académicos para alguns e a necessidade de emigrar para outros, ficando o projeto a “meio gás”. Não sentimos que estivessem reunidas as condições para continuar com o ritmo de trabalho e o brio que sempre procurámos manter, como tal optámos por cessar o projeto, sem nunca perdermos os contactos e ligações que mantínhamos, procurando, cada um a seu modo, mantermo-nos ligados às artes.

 

Equipa

Diogo Martins Martins

Simpático e pontual são sem dúvida as duas caraterísticas que nunca deverá usar para descrever esta criatura narcisista. Com a sorte de ter nascido neto de um tasqueiro e filho de uma cabeleireira, o Diogo está sempre atualizado (qual revista Maria ou CM TV!). Este menino sabe tudo antes do acontecimento. Cuidado com ele! Não há miúda que resista aos encantos deste membro da INDIEROR, pois ele é um verdadeiro garanhão.

Marta da Costa

Marta é o olho clínico da equipa, capaz de encontrar o erro mais escondido e invisível. Teimosa incorrigível, é a mestre em cinema que vê a novela da SIC só porque viu o primeiro episódio e agora é tarde demais para abandonar. Não conhece o significado da palavra "folga" ou o conceito do "acho que tenho de parar cinco minutos para respirar" (a não ser que já passe das dez da noite). Se tivesse um uniforme, seria uma bata de servente com o número 7 estampado nas costas e o nome "Gata Borralheira" em letras garrafais. Continua cá porque limpa bem e nós somos uma cambada de machistas.

 

Tiago Ribeiro

O Tiago é aquele tipo de colega que fala… muito! O tipo de colega que faz perguntas e responde a ele próprio, com aquilo que quer ouvir. O Tiago também fala muito alto, mesmo que estejamos na secretária ao lado. Quando não está em comunicação com o mundo, o Tiago revela-se um cantor incompreendido, daqueles que puxa um verso de uma música aleatória numa escala musical própria e original. O Tiago às vezes é chato. Quase sempre, va. Sobretudo quando liga a pedir boleia porque não pode andar 5 minutos a pé.

@ 2017 - INDIEROR  |  NIPC: 513 588 019  |  geral@indieror.pt

 

- RELATÓRIO SET'16 - SET'17 -